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(.../...) O relatório revela que cerca de 62% dos medicamentos comprados pela Internet, são falsificados ou sub-standard. Estes incluem os medicamentos indicados para tratar doenças tais como as, cardiovasculares, respiratórias, perturbações neurológicas e mentais. Entre um vasto número de recomendações, o relatório sugere que os populares motores de busca, Google, Yahoo e MSN devem remover as páginas Web que anunciam medicamentos de contrafacção, nos seus resultados de busca. A resposta da imprensa em defesa dos consumidores não se fez esperar. Cerca de 400 notícias sobre o relatório na imprensa escrita em França, Itália, Bélgica, Espanha, Alemanha, Reino Unido e nos E.U., incluindo um artigo exclusivo de página inteira no “Daily Mirror”, no dia do lançamento, e de notícia no canal de televisão “Sky News”. Houve uma cobertura significativa em muitos jornais principais da Europa, tal como “Le Fígaro” (França), o “EL Mundo” (Espanha), “The Telegraph” (Reino Unido) e o “Le Monde” (França). Assim, rapidamente com estas notícias, o EAASM alcançou cerca de 2 milhões de pessoas. Esta iniciativa permitiu que o EAASM informasse um grande número de consumidores europeus sobre a ameaça perigosa de farmácias ilegais de venda on-line ao paciente, em defesa da sua saúde e bem-estar. Jim Thomson, presidente do EAASM, comenta: “Os resultados do relatório são chocantes e recomendam acção”. Os consumidores são susceptíveis aos medicamentos falsificadas que podem prejudicar sua saúde, e em casos extremos, a morte. A EAASM apelou a todas as partes intervenientes na transacção destes artigos que incluem os motores da busca, as empresas de cartões do crédito, os transitários, grupos de pacientes e reguladores, para agirem de modo a parar esta tendência perigosa. |
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