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Novos resultados da investigação portuguesa...
Novos resultados da investigação portuguesa na área da doença de Parkinson são hoje apresentados no encontro de Outono da Sociedade Geral de Microbiologia em Nottingham, no Reino Unido. Tiago Fleming Outeiro, investigador do Instituto de Medicina Molecular, em Lisboa, vai apresentar os últimos resultados do grupo. A investigação com levedura revelou novas moléculas "neuro-protectoras", explicou ao i o investigador. No futuro, poderão vir a ser desenvolvidas para chegar à cura para uma das doenças neuro-degenerativas mais debilitantes.

Um dos modelos que os cientistas usam para estudar a base molecular da doença de Parkinson, é a levedura. "São as mesmas células que se usam para fazer pão, vinho ou cerveja, e que estão muito bem caracterizadas, pois sabemos bem como cultivar e manipular estas células, e isso é uma grande vantagem", diz Tiago Fleming Outeiro
"São células que, apesar das devidas diferenças, funcionam como qualquer outro tipo de células, incluindo os neurónios que temos no cérebro. Mas, como sabemos manipular estas células muito bem, podemos fazer estudos que não são possíveis com neurónios, ou com animais como os ratinhos, por exemplo. Isto ajuda também a reduzir a utilização de animais em investigação, apesar de isso ser necessário, em fases mais avançadas dos estudos", adianta o investigador.
Tiago Fleming Outeiro acredita que a descoberta no IMM "poderá constituir a base para a cura, ou prevenção da progressão da doença. Daí que o interesse seja muito grande actualmente. Estamos optimistas, mas conscientes de que temos ainda muito trabalho pela frente."





 
 
   
 
 
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