Os investigadores concluíram que a isradipina, substância activa existente nesses medicamentos, bloqueou a progressão da doença em ratos. O próximo passo é confirmar se o memo efeito se verifica em seres humanos.
“A nossa expectativa é que esta substância faça com que quem a tome antecipadamente não venha a ter Parkinson”, afirmou James Surmeir que lidera a investigação, explicando:
“Seria como tomar uma aspirina todos os dias para proteger o coração.” – AP
In “Correio da Manhã” |