home A Doença de Parkinson A Associação A Túlipa Links
 
As Publicações APDPk
APDPk | Associados
Delegações
Espaço Aberto
Glossário de Termos
Legislação
Notícias
Noticias Médicas
Protocolos
Serviços de Saúde Especializados
Videos Parkinson
Viver com Parkinson
Declaração de Privacidade On-line
Direção Documentos
Conselho Científico
Infarmed
 
Newsletter
insira o seu email, para receber a nossa newsletter periódica.
 
 
 
 
 
 
 
Associa Pro
 
Utilizador
Palavra-chave
 

 

   
Home » Viver com Parkinson » Manual do Doente de Parkinson
 
Os mecanismo dos tratamentos
  1. A maneira mais simples é administrar dopamina. Infelizmente, esta não pode ser utilizada directamente, dado que a dopamina administrada por via oral ou intravenosa não penetra no cérebro. É por isso que, temos que recorrer ao seu percursor imediato, a L-Dopa, que no cérebro, é trnsformada em dopamina.
    Para melhorar a eficácia e a tolerabilidade da L-Dopa junta-se sistematicamente aos medicamentos à base de L-Dopa, produtos que evitem a sua forte degradação antes da sua penetração no cérebro.
  2. A outra grande opção medicamentosa é a uitlização de medicamentos que estimulem directamente os receptores da dopamina (intactos, na doença de Parkinson): os agonistas dopaminérgicos.
  3. Duas outras possibilidades permitem aumentar indirectamentea quantidade de dopamina no estriado:
  • A primeira está relacionada com a inibição de uma enzima, a Monoaminoxidase (MAO), que degrada a dopamina libertada ao nível do estriado. Esta enzima permite economizar a dopamina e, consequentemente a L-Dopa. Diz-se que a acção é "central", uma vez que age ao nível do cérebro.Os agonistas dopaminérgicos estimulam os receptores dopaminérgicos
  • A segunda possibilidade, consiste na inibição de uma outra enzima, a Catecol-O-Metil transferase, que  destrói uma parte da L-Dopa no sangue. A sua acção é "periférica", pois actua ao nível do sangue.

    4.  Existem outros medicamentos que actuam
         sobre as consequências do défice de dopami-
         na, como os anticolinérgicos. Contudo, estes 
         são menos ineficazes que a dopamina e os ago-
         nistas dopaminérgicos.

     5. Desde há alguns anos, surgiram algumas alter-
        nativas de tratamentos cirúrgicos. Por um lado, os enxertos de células dopaminér-
        gicas recolhidas em embriões humanos têm por objectivo o fornecimento de neuró-
        nios embrionários capazes de sobreviver, de fabricar e libertar dopamina ao nível 
        dos núcleos cinzentos centrais. Por outro lado, a estimulação neuronal procura
        corrigir as disfunções dos núcleos cinzentos centrais (como núcleo sub-tâlamico
        ou o globo pálido interno), provocadas pela ausência de dopamina (ver "As vias
        neurológicas que explicam os sintomas").

Os principais medicamentos

Levodopa (L-Dopa)
A L-Dopa permite corrigir os principais sintomas (acinésia, rigidez, tremor). Os efeitos indesejáveis mais frequentes são as náuseas, os vómitos ou as quedas de tensão, sentidas principalmente no início do tratamento. Os traatamentos complementares corrigem estes fenómenos. Em alguns doentes idosos, a L-Dopa provova, alucinações. A contrapartida da eficácia da L-Dopa consiste na sua capacidade de provocar complicações a nível motor (as flutuações da eficácia e as dsicinésias) ao fim de alguns anos de tratamentos (ver "As flutuações da eficácia").

Os agonistas dopaminérgicos
Os agonistas dopaminérgicos imitam a acção da L-Dopa, e provocam o mesmos efeitos indesejáveis. No doente jovem, o tratamento é iniciado normalmente com um agonista dopaminérgico. Quando é necessária a L-Dopa, esta é utilizada nas doses mais fracas possíveis. Nos doentes idosos o tratamento inicial é preferencialmente a L-Dopa.

 
 
NEUPRO
2017-02-17
 
   
 
 
2012 © APDPk - Todos os direitos reservados