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Estudo Epidemiológico sobre a Doença de Parkinson

Estima-se que existam seis milhões de pessoas portadoras da doença de Parkinson a nível mundial. Em Portugal as estimativas apontam para a existência de 20.000 portadores da doença, embora não existam dados concretos.


Nas últimas décadas vários países europeus têm vindo a realizar estudos desta natureza para conhecer a prevalência da doença entre a sua população. Em Portugal vamos iniciar um processo equivalente, que nos permite ter dados comparativos com os de outros países da Europa. É o primeiro estudo, à escala nacional, sobre a prevalência da doença de Parkinson em Portugal – continente e ilhas.


A APDPk está de parabéns!


O que é:


É um processo a partir do qual se pode estimar com mais rigor o número de pessoas portadoras da Doença de Parkinson, que existem actualmente em Portugal. O estudo obedece, assim, a um processo de investigação por amostragem, cuja metodologia é a aplicação de inquéritos porta a porta.


Como vai ser realizado:


Vários técnicos habilitados para este tipo de intervenção irão contactar 5.000 casas (ou famílias) em todo o país – continente e ilhas. Estes técnicos irão entregar um documento da APDPk, no qual é identificado o objectivo do estudo, a cooperação com a Direcção-geral de Saúde e a Keypoint, entidade que o realiza. O estudo contempla ainda o encaminhamento de possíveis portadores da doença de Parkinson, indivíduos ainda não diagnosticados, para consultas da especialidade.


Quem faz e quem avalia:


O estudo está a ser realizado pela Keypoint, consultadoria científica, que já efectuou outros trabalhos com a nossa Associação. Os técnicos estão identificados com a Doença de Parkinson e com os nossos associados. Falamos de uma entidade que merece toda a credibilidade e de uma metodologia que foi avaliada e aprovada pela Direcção-Geral de Saúde.


A Keypoint vai trabalhar em conjunto com uma comissão científica presidida pelo Professor Doutor Joaquim Ferreira, que aceitou o convite para esta missão. Fazem parte do grupo os especialistas: Professor Bastos Lima (Porto), Drª Cristina Januário (Coimbra), Dr. Mário Rui Silva (Vila Real) e o Epidemiologista Prof. Doutor Massano Cardoso.


Para que serve:


Os resultados deste estudo interessam a toda a sociedade. Sabendo-se que a doença de Parkinson afecta sobretudo pessoas com idades superiores a 60 anos e que se prevê um número crescente de idosos para as próximas décadas, face ao processo de envelhecimento da nossa população, esta informação alerta as famílias para uma doença mal conhecida e que pode, de uma forma directa ou indirecta, vir a afectar os nossos familiares.


Para a comunidade científica e médica, o estudo é da maior importância, pois permite alargar o âmbito da investigação por cruzamento de dados, podendo, igualmente, evidenciar a necessidade de um maior número de especialistas na área da doença de Parkinson para responder a um maior número de casos diagnosticados.


Para a nossa Associação, os resultados colocam-nos como agentes com capacidade de diálogo e de influência na definição de políticas de saúde que considerem o portador da doença de Parkinson como um doente com necessidades especiais.


Esperamos que o beneficiário final seja o doente, pois é ele a motivação de todo o nosso empenho neste projecto.


Outras acções contempladas no projecto da DGS:


No âmbito deste estudo irão, igualmente, ser acções de sensibilização um pouco por todo o país. A primeira irá decorrer em Faro, já no 14 de Outubro, e é realizada em cooperação com a Administração Regional de Saúde do Algarve (ARS), entidade que nos apoia na organização e divulgação do evento. Iremos, posteriormente, divulgar as restantes acções no nosso site.


 
 
   
 
 
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