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Fundação Michael J. Fox financia investigadores portugueses

 

Carlos Palmeira e Rodrigo Cunha acabam de receber uma bolsa da Fundação Michael J. Fox, nos EUA, estudos sobre a acção benéfica que a berberina, uma substância natural alcalóide muito usada na medicina tradicional chinesa, poderá ter na prevenção e no tratamento de Parkinson.

Para os investigadores da Universidade de Coimbra (UC) e do Centro de Neurociências de Coimbra (CNC), este «Rapid Response Innovation Award» significa “o reconhecimento, por parte de uma instituição internacional de grande exigência, da qualidade e inovação da ciência que se faz no nosso País”.


Ao Ciência Hoje, Carlos Palmeira conta que concorreram a uma “call” de projectos de inovação da Fundação Michael J. Fox e que conseguiram ganhar por proporem “a utilização de um composto ‘normalizador’ da função mitocondrial, tentando corrigir o défice energético associado à doença” de Parkinson.

Ao longo desta investigação específica, que teve início há dois anos, os investigadores portugueses perceberam primeiro de que forma a berberina regula a função mitocondrial, nomeadamente na diabetes e na obesidade. Depois disso decidiram avaliar a acção do composto na doença de Parkinson, dado que a esta patologia está associado um défice energético nas células neuronais.

Dos vários testes realizados em modelos animais, a berberina revelou uma “melhoria significativa no controlo dos movimentos, bem como na memória dos animais”. No entanto, são ainda necessários estudos adicionais em linhas celulares para confirmar os resultados obtidos, no sentido de perceber, com o máximo rigor, os efeitos que a substância natural alcalóide tem nas células neuronais.

Assim sendo, os próximos passos na investigação incluem a “identificação dos mecanismos moleculares subjacentes aos efeitos benéficos observados em animais”, refere Carlos Palmeira

 
 
   
 
 
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